
Na União Européia, desde 2003 estão em vigor novas normas de comercialização do azeite de oliva, editadas com o objetivo de uniformizar os procedimentos usados pelos olivicultores e exportadores de todos os países-membros. No que diz respeito `rotulagem, tais normas determinam que:
O termo azeite de oliva extra virgem, somente pode ser usada no caso de azeite de oliva de categoria superior e de baixíssima acidez, obtido diretamente das azeitonas por meio de processos mecânicos;
O termo azeite de oliva virgem, seja usado somente para azeites de oliva obtidos diretamente de azeitonas por meio de processos mecânicos;
Seja usada a designação azeite de oliva, sem qualquer outra qualificação, para os azeites provenientes de uma mistura composta exclusivamente por azeites de oliva que passaram por processo de refinação e azeites obtidos diretamente de azeitonas.
A designação óleo de bagaço de oliva ( vedada a palavra azeite) seja usada para o produto que consistir na mistura do óleo refinado obtido do bagaço da azeitona, depois da extração do azeite de oliva, com azeites obtidos diretamente das azeitonas, não sendo permitido usá-las se também houver na mistura óleos de outra procedência.
A expressão primeira extração a frio, somente pode ser usada quando o azeite virgem ou extra virgem tiver sido obtido a menos de 27ºC, da primeira prensagem, hidráulica ou manual, de pasta de azeitonas resultante da moagem tradicional ( com mós de pedra) à qual não foi adicionada água;
A expressão primeira extração seja usada quando o azeite foi obtido da primeira prensagem com adição de água fervente à pasta de azeitonas, para aumentar-lhe o rendimento.
As qualidades organolépticas só podem aparecer no rótulo no caso do azeite extra virgem e virgem, sendo obrigatório utilizar os termos das normas oficiais a respeito.
O nível de acidez somente pode figurar no rótulo se for acompanhado do teor de peróxidos e ceras e dos dados espectrofotométricos, visto que o teor de acidez, por si só, não garante ao consumidor a qualidade do produto.
A designação de origem nacional somente pode ser usada guando o azeite for proveniente de azeitonas do próprio país indicado.O mesmo vale para as regiões do país.
O rótulo pode,ainda, indicar se o azeite é filtrado ou não, bem como informar a data de fabricação.
Sempre verificar a data de fabricação, que deve sempre ser consumido nos primeiros doze meses, já que o produto não melhora com o tempo, podendo inclusive deteriorar com o tempo.
Ontem,eu, Paula e Carlos Fernando, estivemos no Mercado Público, na banca 38 ,onde comprei um azeite espanhol,extra virgem com 0,3 de acidez, marca Pata Negra.
Muito bom, já em casa , saboreamos sem pressa o azeite , regado em pedacinhos de pães caseiros.
É muito bom ir ao Mercado Público num sábado à tarde. Adorei este programa.